Inventário sem complicação. Entenda como solucionar herança com agilidade e segurança.

Regularize os bens deixados pelo falecido com segurança, evitando atrasos, conflitos familiares e dificuldades para transferir ou administrar o patrimônio.

O inventário pode ser feito em cartório?

Em alguns casos, o inventário pode ser realizado de forma extrajudicial, diretamente no cartório, com o acompanhamento de um advogado, o que costuma tornar o procedimento mais rápido. Para isso, é necessário analisar se há acordo entre os herdeiros, a situação dos bens, a existência de testamento e outros pontos jurídicos relevantes.

Quando o inventário judicial será necessário?

O inventário judicial será necessário quando o caso não puder ser resolvido diretamente em cartório. Isso pode acontecer, por exemplo, quando há conflito entre os herdeiros, existência de herdeiro menor ou incapaz, divergência sobre a divisão dos bens, ausência de algum documento essencial ou necessidade de intervenção do juiz para solucionar questões relacionadas à partilha.

Também pode ser necessário quando existem dúvidas sobre a validade de testamento, dívidas relevantes, bens com pendências ou situações patrimoniais mais complexas.

Nesses casos, o processo judicial permite que a partilha seja analisada e conduzida com a participação do Poder Judiciário, garantindo maior segurança jurídica aos herdeiros e demais interessados.

Documentos para iniciar o inventário

Para dar início ao inventário, é importante reunir documentos do falecido, dos herdeiros e dos bens deixados.

Em geral, são necessários:

  • Certidão de óbito;
  • RG e CPF do falecido e dos herdeiros;
  • Certidão de casamento, nascimento ou união estável;
  • Comprovante de residência;
  • Certidão negativa de testamento;
  • Documentos dos imóveis, como matrícula atualizada, escritura e IPTU;
  • Documentos de veículos, se houver;
  • Extratos bancários, investimentos ou cotas de empresa;
  • Comprovantes de dívidas, despesas e impostos pendentes.

 

A lista pode variar conforme cada caso. Por isso, a análise jurídica é importante para identificar quais documentos serão realmente necessários e qual o melhor caminho para o inventário.

Na prática o inventário funciona da seguinte forma:

1. Envio das informações iniciais
Você relata a situação e envia os documentos disponíveis ao advogado.

2. Análise jurídica do caso
Verificação dos herdeiros, bens, documentos e a melhor via para o inventário.

3. Definição dos próximos passos
Análise dos custos, documentos necessários e estratégia adequada.

4. Acompanhamento do inventário
Condução do procedimento até a finalização da partilha.

Como posso ajudar

  • Inventário extrajudicial em cartório;
  • Inventário judicial;
  • Partilha de bens;
  • Regularização de imóveis deixados pelo falecido;
  • Orientação aos herdeiros e
  • Planejamento sucessório e patrimonial.

Não deixe a regularização dos bens para depois

Quanto antes o inventário é iniciado, menores são os riscos de multas, bloqueios, conflitos familiares e dificuldades para administrar ou transferir o patrimônio.